Pegada Ecológica – Teste

Movimentos Ecológico/Ambientalista

GREENPEACE

Greenpeace é uma organização não-governamental com sede em Amsterdã, nos Países Baixos, e escritórios espalhados por 40 países. Atua internacionalmente em questões relacionadas à preservação do meio ambiente e desenvolvimento sustentável, com campanhas dedicadas às áreas de florestas (Amazônia no Brasil), clima, nuclear, oceanos, engenharia genética, substâncias tóxicas, transgênicos e energia renovável. A organização busca sensibilizar a opinião pública através de atos, publicidades e outros meios. Sua atuação é baseada nos pilares filosóficos-morais da desobediência civil e tem como princípio básico a ação direta.

PETA

People for the Ethical Treatment of Animals (PETA) (em português: Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais) é uma organização não governamental de ambiente fundada em 1980, já conta com mais de 2 milhões de membros e se dedica aos direitos animais.

Tem como lema:

“Animals are not ours to eat, wear, experiment on, or use for entertainment” (“Animais não são nossos para comer, vestir, usar em experiências ou para entretenimento”).

Também promove educação sobre o assunto, investigações, pesquisa, resgate de animais, envolvimento de celebridades e campanhas de protesto.

Fonte: wikipedia

Para ver algumas campanhas do Greenpeace e do PETA, clique:

Campanhas

Emicida e a polícia

Link para uma entrevista muito interessante do Emicida:

http://www.farofafa.com.br/2012/05/13/emicida-e-a-policia-o-dedo-encontra-a-ferida/4984?utm_medium=twitter&utm_source=twitterfeed

Abaixo, a música Dedo na Ferida:

Dedo na Ferida

 

 

A música “Kong” é racista?

Ministério Público abre investigação para apurar suposto racismo em música de Alexandre Pires

Renata Tavares

Do UOL, em Uberlândia (MG)

  O procurador da República em Uberlândia (556 km de Belo Horizonte) Frederico Pelucci instaurou procedimento administrativo para investigar denúncia de suposta discriminação racial na música “Kong” do cantor Alexandre Pires. O clipe, que tem no cenário homens fantasiados de macacos e mulheres seminuas próximo a uma piscina, tem participação do jogador de futebol Neymar, do funkeiro Mr. Catra, de David Brazil e foi dirigido por Maurício Eça.

A música, composta por Alexandre Pires e Cláudio Rosa (e que tem Neymar no clipe), foi divulgada em janeiro deste ano, mas os passos, que geraram polêmica agora, foram antecipados pelo jogador Daniel Alves durante comemoração de um gol do Barcelona contra o Real Madrid. Na época, o cantor disse que a música foi criada em um momento de brincadeira com os amigos e que o intuito era passar “alegria” para o público

Segundo a assessoria de comunicação do Ministério Público Federal, representantes do Movimento Negro encaminharam a denúncia no início da semana passada por meio da Ouvidoria Nacional da Igualdade Racial. Os representantes entenderam que a letra, que diz  “o bonde do Kong não vacila. É instinto animal de leão com pegada de gorila”, compara negros aos macacos.

De acordo com o documento, a letra da música e o clipe têm conteúdos racistas e sexistas que “compromete as lutas do movimento negro na superação do racismo e no movimento das mulheres na superação do sexismo”.  Em outro trecho, o documento diz que combinando artistas e atletas, o clipe utiliza clichês contra a população negra e que “reforça estereótipos equivocados das mulheres como símbolo sexual”.

O cantor Alexandre Pires foi ouvido pelo procurador no dia 3 de maio. Durante o depoimento, de acordo com o advogado do cantor, Neto Caixeta, Alexandre Pires negou que tenha agido de má-fé e que a letra tenha conteúdo racista. “Tanto o Alexandre quanto os outros autores da música estão tranquilos, porque a letra e o clipe são desprovidos de racismo”, afirmou.

O advogado disse ainda que os denunciantes tiveram interpretação equivocada da canção e que a denúncia não tem procedência. “O Alexandre [Pires] é defensor do Movimento Negro. A maioria dos participantes do clipe é negra. Jamais teve intenção de ofender.”

Até o momento, apenas o cantor foi ouvido pelo Ministério Público Federal e, mesmo com o procedimento instaurado, o procurador informou por meio do escrivão que os fatos estão em apuração e que, por enquanto, não deve se pronunciar sobre o caso.

A reportagem tentou falar com representantes do Movimento Negro, mas não obteve resposta.

Veja aqui o clipe e mande seu comentário:

Na sua opinião, “Kong” é racista? (justificar, claro!)

http://youtu.be/oGIJjgvysRU

Moradia e Cidadania

Situação dos ex-moradores de Pinheirinho mostra o quanto a cidadania real no Brasil está longe de ser alcançada. Texto de Raquel Rolnik:

Pinheirinho: ex-moradores da comunidade estão em situação precária. É urgente que se busque uma solução definitiva

19/04/12 por raquelrolnik

Ontem fui a São José dos Campos, a convite de ex-moradores da comunidade do Pinheirinho, para acompanhar a situação das famílias removidas em janeiro deste ano. Embora a Prefeitura da cidade afirme que fez tudo que foi possível para dar atendimento às famílias, o que eu vi é que ainda há muita gente vivendo em condições extremamente precárias de moradia. A principal iniciativa implementada pelo poder público municipal, o bolsa-aluguel, tem se mostrado extremamente limitada. O primeiro efeito que o lançamento de mais de 1.500 benefícios causou foi o aumento imediato do valor da locação de imóveis populares na cidade. Segundo ex-moradores do Pinheirinho, é impossível alugar uma casa adequada somente com o valor da bolsa.

Conversando com eles, deu pra perceber que cada família tem se arranjado do jeito que pode. Algumas dividem imóveis com outras e racham o aluguel, outras pedem a parentes para alugar em seus nomes – ou porque há muito preconceito contra ex-moradores do Pinheirinho (ouvi relatos de que muitos locatários se recusam a alugar para estas famílias) ou porque, simplesmente, estes moradores não têm documentos nem renda necessários para atender à burocracia exigida pelas imobiliárias. Mulheres solteiras com filhos também enfrentam preconceito. No fim das contas, muitas famílias terminam alugando imóveis em condições insalubres ou situados em áreas de risco, em fundos de serralherias…

A batalha diária dessas famílias se estende, além da moradia, para outros tantos problemas causados pela remoção. É a busca por uma escola para seus filhos (algumas crianças, de janeiro pra cá, já passaram por mais de três escolas diferentes), é a reivindicação de atendimento médico em postos de saúde que se recusam a atender pacientes que não tenham comprovante de residência na região, enfim, é a tentativa de reconstruir um ambiente familiar e social marcado pelo grave trauma do que ocorreu.

Objetivamente, o processo de desocupação da área descumpriu com uma série de diretrizes internacionais voltadas a orientar ações de remoção. Ocorreu antes de terem sido encerradas todas as negociações em andamento e antes de serem esgotadas todas as alternativas viáveis à remoção. Foi cumprida em data e horário impróprios (iniciada às 6h da manhã de um domingo) e sem uma pactuação prévia com a comunidade. Muitas famílias sequer tiveram tempo de retirar os seus pertences – móveis, eletrodomésticos, roupas, documentos – que foram destruídos juntamente com as casas. Por fim, e ainda mais grave, a remoção aconteceu com o uso da violência e sem que houvesse sido planejada e construída uma alternativa concreta de moradia que atendesse à necessidade habitacional desta população.

O momento, agora, é de construir uma solução definitiva à situação vivenciada atualmente por tantas famílias que não podem seguir nas condições que estão. É urgente a abertura de um espaço de diálogo entre os atores envolvidos na questão – poderes públicos municipal, estadual e federal, lideranças e moradores, câmara de vereadores, ministério público, defensoria pública – para construir coletivamente uma solução adequada e definitiva para aquelas famílias. Somente através de um processo pactuado será possível superar os efeitos desse trágico acontecimento e constituir uma rede de atenção social que realmente assegure a efetivação do direito à moradia das famílias removidas.

http://raquelrolnik.wordpress.com/

O Veneno Está Na Mesa

O Veneno Está Na Mesa

O Brasil é um dos países que mais consome agrotóxicos no mundo, com consequências graves para o meio ambiente e para nossa saúde. Esse documentário mostra como nos alimentamos mal e colocamos em perigo nosso meio – e quem lucra com isso!

Casamento Indiano

Belíssimas imagens de cerimônia de casamento para 25 casais em Allahabad, na Índia. Casamentos em massa na Índia são feitos por uma organização social chamada Sarva Vaish Chetana Samiti para ajudar as famílias que não podem pagar os altos custos da cerimônia, o dote e os caros presentes.

http://noticias.uol.com.br/album/120311casamentoindia_album.htm?abrefoto=6#fotoNav=1